“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

ALDO ROCHA
do rebanho
O guardião

Seu Aldo Rocha nunca foi um grande pecuarista, mas já teve todo o rebanho da península sob seus cuidados de vacinador e veterinário prático.

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MÃE COM ORGULHO

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MÃE COM ORGULHO

Telma Freitas é uma mãe pela diversidade. Militante da causa LGBT+, essa paulista criada na Mooca passou dificuldades na infância, marcada pela violência doméstica, construiu a vida no Centro-Oeste, embalada no samba, e hoje, mãe de uma pessoa trans, ajuda outras famílias a acolher as diferenças e a enfrentar a discriminação.

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KID SANTEIRO

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

MARIA CÉLIA SILVA
Crônicas de
dona Teia

Ao lado da Bread King, no Alto Perequê, uma placa fixada no muro em outubro de 2017 indica que a praça da localidade homenageia Manoel Honorato da Silva. Poucos passos adiante, no outro lado da avenida principal, está a Servidão Silva e o lar de dona Teia, a viúva do homenageado e memória do lugar. Se quiser saber sobre a Rua do Fogo, é a ela que se tem de perguntar

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NATUREZA, AVENTURA E LAZER!
Trilha ecológica . Ecomuseu
Gastronomia . Esportes náuticos
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Reportagens

Uma vila na memória

Embora tenha nascido num bairro de Itajaí, Maria Ivone Amâncio só veio a conhecer a cidade natal depois de 22 anos de peregrinação, impulsionada pelo desassossego de seu pai, em permanente mudança. Dali, seguiu os pais até Porto Belo, onde conheceu seu futuro marido e fincou raízes num enclave familiar em pleno centro da cidade: a Vila Mateus. Fundada pelo sogro de Ivone, a pequena comunidade foi centro administrativo nos anos 1960 e hoje permanece um reduto discreto aos pés do morro da Estação.

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“Eu vivi a vida”

“Eu gosto é de aventura”, diz o pescador, carpinteiro naval e caminhoneiro ocasional Samuel Valdemar da Silva, o dono de um estaleiro às margens do rio Santa Luzia, lá onde Porto Belo e Tijucas se encontram. De riso fácil, seu Samuel guarda na lembrança as mudanças que o bairro viveu nas últimas seis décadas e celebra uma vida que se fez em milhas de mar e quilômetros de chão. No limiar da aposentadoria, ainda encontra alegria para equipar seu caíco e sair à cata de um belo cardume de tainhas.

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Uma mãe pela diversidade

Telma Freitas é uma mãe pela diversidade. Militante da causa LGBT+, essa paulista criada na Mooca passou dificuldades na infância, marcada pela violência doméstica, construiu a vida no Centro-Oeste, embalada no samba, e hoje, mãe de uma pessoa trans, ajuda outras famílias a acolher as diferenças e a enfrentar a discriminação.

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“Sendo vivo, acontece de tudo”

“Sendo vivo, acontece de tudo”, diz Silvestre Francisco Marques, o filho de lavradores que ajudou a estabelecer a condição de porto pesqueiro do Araçá e instituiu uma dinastia política que ultrapassa cinco gerações.

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“Por favor, me chamem de Vadão”

Faz 40 anos que o paulistano Osvaldo Di Pietro pisou pela primeira vez em Porto Belo. Decidiu que era onde queria ficar. Conquistou amigos, constituiu família e consolidou uma carreira profissional baseada numa grande paixão: o esporte.

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O dono da rua

O que leva uma pessoa a dispensar o tempo livre, as horas de sono e até alguma economia para cuidar de um bem público, sem que ninguém lhe tenha pedido ou determinado? Para Luiz Apolinário Santos, a resposta é sucinta: “Porque gosto. Me sinto bem fazendo isso”. Pois Luizinho da Ambulância é o anjo da Pedro Guerreiro, situada na “tríplice fronteira” do CTG, Perequê e Vila Nova e em quase tudo igual a qualquer outra rua do município — salvo pela dedicação de seu mais ilustre morador.

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O mantenedor da tradição

Pelo faro, seu Alvancir da Silva determina se a fornada está no ponto. Nativo do Sertão de Santa Luzia, Didico, como é conhecido, preserva a tradição dos engenhos de farinha — é proprietário de um dos poucos que Porto Belo ainda preserva. Lavrador a vida inteira, já não tem saúde para atuar diretamente na lida, mas passa para as filhas o que sabe e, com sua experiência, ajuda a manter azeitadas as engrenagens dessa arte popular.

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O homem do fundo do mar

O italiano Giuseppino Nicoletti tem um quê de Forrest Gump: percorreu, no decorrer de sua longa existência, fatos e personalidades marcantes. Ao lado do irmão Bruno, fez mais que testemunhar: foi agente da história, ao exercer o papel de pioneiro do mergulho e fabricar roupas de borracha na Argentina, no Chile e na Venezuela quando ninguém mais fazia. Há quase três décadas vivendo em Porto Belo, esse aventureiro discreto segue sendo a referência da Pino — sua marca de roupas de neoprene — enquanto observa com que velocidade a cidade se transforma à sua volta.

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Artífice do barro, entusiasta da cultura

“Uma criança que cresce perto da arte vai ser um adulto melhor”, confia Patrícia Estivallet, professora, artesã e um exemplo de como esse contato pode moldar o caráter e inspirar um caminho de realização pessoal. Há quinze anos em Porto Belo, a gaúcha garante que a mudança foi “a escolha mais bem feita” de sua vida.​

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Kid Santeiro

“Eu vivo do que eu produzo com a minha mão”, garante Johannes Lacerda, um jovem ceramista com muito caminho pela frente

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Memórias de um prático de farmácia

Ele saiu de casa aos doze anos de idade, de pés descalços e com apenas a quarta série primária, e se tornou um respeitado profissional da saúde, de cujos cuidados por muito tempo Porto Belo dependeu. Parteiro, médico, farmacêutico… seu Bráulio tinha remédio para tudo.

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Movido pelo neurônio do desejo

Tornar-se músico foi uma resposta ao desafio espertamente lançado pelo pai. Mais que a aprovação paterna, Carlinhos Ribeiro encontrou uma conexão com suas origens e hoje alimenta o desejo revolucionário de transformar a realidade por meio da arte.

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